quarta-feira, 30 de maio de 2012

Caos poético...

Calmo estio,
noite amada
a leve brisa que sopra por entre a folhagem

enche-me plena e totalmente o coração.

ao longe ouve-se um cão ladrar

a lua companheira permanente
diz-me... atreve-te sonha sozinho
desnuda-te rasga o coração

deixa-te ir nesse silêncio que mata...

sê a morte perfeita... a vida que renasce...

deixa o caos emergir e libertar-te


ousa...voa... mergulha...perde-te na noite escura....

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