IDEIAS PARVAS MAS QUE MUDARIAM TOTALMENTE O PANORAMA DO FUTEBOL EM PORTUGAL E NO MUNDO.
Tenho a perfeita noção que algumas ideias nunca terão pernas para andar, conheço o mundo dos homens, mas estas ideias contribuiriam muito para termos espetáculos com mais qualidade vivacidade e interesse.
Duas partes com 40 minutos de jogo jogado. Jogo parado, cronómetro parado.
Como no Andebol, falta marcada, bola colocada no solo e todos os adversários se afastam imediatamente do local da marcação, cartão amarelo para quem não cumprir a lei.
Fora de jogo Wenger.
Árbitro "proibido" de se explicar ou pedir explicações, falta marcada, segue jogo. O árbitro está para aplicar as leis de jogo e não para conversar com os atletas. Nunca um árbitro mudou a sua decisão por reclamações dos jogadores. Se um livre direto não for marcado no espaço de 60 segundos por desobediência da barreira adversária (que deve estar constituída ao fim de 40 segundos), o local de marcação da falta avança para a posição da barreira.
Lesões graves provocadas por grave negligência do oponente, este fica sem poder jogar por um tempo de 50% do estimado para a paragem do jogador lesionado - tempo projetado por um colégio de 3 médicos. Se se estimar uma paragem de 3 meses o causador fica parado um mês e meio. Mesmo que o lesionado fique parado posteriormente 5 meses fica em vigor a projeção dos médicos avaliadores.
Perca de 3 pontos por comentários racistas, palavras ofensivas proferidas por claques ou partes de estádio dirigidas ao árbitro ou equipa adversária.
Isto é para o contexto português... os árbitros que aplicarem dualidade inequívoca de critérios em situações similares - penaltys e/ou condução desadequada do jogo (permitir simulações para atraso de jogo, demora na saída dos atletas para serem assistidos) , podem ser acusados de tal conduta e se provado ficam sem arbitrar um mês na primeira condenação, 2 meses na segunda e assim sucessivamente. Todos os jogadores devem sair de maca ou pelo próprio pé para serem assistidos fora de campo (tempo máximo para remoção do jogador 2 minutos), só pode voltar ao jogo 2 minutos após a saída de campo para ser assistido. Cerca de 95% das lesões são simulações com o objetivo de impedir o fluir natural do jogo ou forçar a admoestação com o cartão amarelo ou vermelho ao adversário, ISTO TEM DE ACABAR.
Deve ser constituído um colégio com 5 ex-árbitros para avaliar as queixas, um nomeado pelo Benfica, Sporting, Porto, um pelo total as equipas da primeira e outro das equipas da segunda.
OS ÁRBITROS TÊM QUE SER RIGOROSAMENTE AVALIADOS PELOS CLUBES QUE SÃO A SUA RAZÃO DE EXISTIR. Os movimentos corporativos são nefastos ao desenvolvimento, eles protegem-se uns aos outros... apaf, conselho de arbitragem ...
Os treinadores podem pedir um desconto de tempo de 2 minutos em cada parte.
As substituições podem ser feitas quando de uma lesão, ao intervalo, 60 minutos, 70 minutos e 75 minutos.
Um jogo que no total demore mais de 2 horas sem lesões graves ou situações extremas que o justifiquem, o árbitro fica sem arbitrar 2 jornadas. Se um determinado árbitro numa época deixar que 4 jogos ultrapassem as 2 horas deve descer de divisão.
Uma ideia que começou a ser pensada no japão, todos os jogos têm que ter um vencedor, se terminar empatado vão a penaltys, o vencedor amealha 2 pontos o derrotado 1, vitória no tempo útil 3 para o vencedor e 1 para o derrotado.
LITURGIA FINAL
Amigos benfiquistas, algumas verdades, temos tido infelizmente maus presidentes que escolhem maus jogadores maus treinadores e decidem pessimamente... mas, prestem atenção, acordem... o Benfica terá perdido alguns campeonatos por erros deliberados de arbitragem, o Benfica e o Sporting em tempos.
Vocês que votaram num presidente omisso, sem ideias, sem vontade de mudar o estado de coisas na arbitragem, o regabofe, são parte do problema, entendam isto...
Acho que a malta dos blogs e pod casts devia começar a analisar FRIAMENTE as arbitragens de Benfica Porto e Sporting, erros graves (golos e penaltys) condução de jogo errática, permissividade na perca de tempo, na violência das faltas, no extravalorizamento das faltas como oposição entre uns e outros - dualidade clara de critérios. Estes vectores devem ser analisados.