Aos meios de comunicação social, todos por igual. Alimentam narrativas que pretendem criar factos que fragilizam adentro mentes fracas de sócios e membros do clube. Abutres que querem matar antes de devorar a carne ainda em sangue vivo adocicado. Feras ganânciosas fugidias em campo aberto. Cobardes que só acreditam capazes de vencer com mentira, desprezo pelo poder natural dos elementos, cobardes abutres e nós... ovelhas mansas já perdidas antes de entrar nas portas do matadouro, subjugadas manipuladas enganadas dia após dias dourados ... ainda hoje. Estão a destruir o mais belo jogo do mundo.
A Federação no Conselho de Disciplina e Arbitragem gozam olimpicamente com o clube. O BENFICA tem que fazer algo de definitivo.
Fim de qualquer conferência de imprensa ou entrevistas.
Considerar personas non gratas qualquer membro ou funcionário da Federação. Não dirigir a palavra a ninguém dessas instituições e perante decisões de arbitragem estúpidas parar o jogo e exigir explicações ao árbitro, no momento, tempo de radicalizar. CHEGA ... a arbitragem de Arouca deve marcar um momento de Mudança, CHEGA RUI SE NÃO ÉS CAPAZ, RESIGNA POR AMOR AO BENFICA CHEGA.
mas quem é que alimenta essa gente são os adeptos que lhe dão audiências, a maioria e não estou a falar do teu caso, dizem mal deles mas depois não perdem nenhum programas vão a todos.
ResponderExcluirnão vejo programas de desporto e muito menos de cumentadeiros, primeiro por uma questão de higiene mental depois por só lhes dá audiências.
vejo os jogos, as declarações, os resumos.
mas quem quer respeito tem de se dar ao respeito.
somos contra a comunicação social mas depois onde é que fomos recrutar todo o departamento de comunicação.
vamos boicotar membros e funcionários de certas organizações mas quem é que convidamos para uma cerimonia privada de celebração do clube.
quem vive à conta do clube não se demite, e viver à conta do clube, nem sempre significa dinheiro, pode ser poder, pode ser prestigio, pode ser vaidade.
Tudo tem um limite até eu pacifista possp envolver-me num kk processo revolucionário
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