justifica-me

a mente , que mente ... o ego

filho da morte, tetraneto do hades

nestas noites frias, em que te recusas ao amor
iguais aos dias sem sol
são meses de inverno continuado
as perguntas ininterruptas as respostas vazias

o coração sem alma
vida inútil


fora do mundo,
o jogo é aquela fórmula infantil que nos abeira da eternidade
corremos, gritamos, rimos
cansados, exaustos
vivos
sem palavras, olhos cheios de luz
abraços e beijos

dias sempre diferentes

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